É difícil, mas às vezes encontramos ideias boas em revistas de moda. Pela internet, acabei encontrando um lindo ensaio, na revista Teen Vogue de agosto, cheio de romantismo e inspirado em décadas passadas. Além disso, a decoração está linda, repleta de flores belíssimas! Embora as duas primeiras peças precisem ter o decote diminuído para ficarem perfeitas, é para encher os olhos com tanta beleza e usar como ideia na hora de comprar ou mandar fazer suas próximas roupas! =)
Lindo, não é mesmo?
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
"To be or not to be a feminist?" A escolha é sua.
É muito comum, principalmente entre os grupos feministas, o uso de uma camiseta com os dizeres This is what a feminist looks like ("É com isto que uma feminista se parece"). Bem, vejamos alguns exemplos de pessoas que usam essas camisetas...
Ao ver isso, uma moça americana (Lizzy) que pensa diferente disso resolveu criar outras imagens para mostrar seu ponto de vista.Vejam agora com o que uma anti-feminista se parece...
E então, qual a sua escolha?
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quinta-feira, 25 de agosto de 2011
"Dai-me uma alavanca, um ponto de apoio, que levantarei o mundo de seus eixos"
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| Santa Teresinha aos 8 anos. |
É difícil mesmo conseguir encontrar pequenos momentos de paz durante nosso dia. Por isso, os padres aconselham muito que em situações como essas, em que não temos tempo ou ambiente para uma oração mais longa, façamos as pequenas jaculatórias. Apesar de serem breves, quantas graças podemos receber ao rezá-las! Se tivermos bons livros de piedade (geralmente os antigos, antes dos anos 60) podemos ver ao lado dessas orações os dias de indulgências que estas propiciam.
No último de seus manuscritos autobiográficos, que foram reunidos no livro História de uma Alma, santa Teresinha do Menino Jesus e da Sagrada Face fala-nos sobre a importância da oração para as conquistas de grandes santos. Para soerguermos o mundo, isto é, chegarmos à santidade, basta segundo ela usar como ponto de apoio Nosso Senhor e, como alavanca, a oração:
Como santa Madalena, conserva-se indubitavelmente aos pés de Jesus, a escutar-lhe a palavra doce e ardente. Parecendo não dar nada, dá muito mais do que Marta, a qual se atormentava com muitas coisas, e queria que a irmã a imitasse. Não são as ocupações de Marta que Jesus censura. A tais ocupações, sua divina Mãe humilde se sujeitou toda a sua vida, pois tinha que preparar as refeições para a Sagrada Família. Queria apenas corrigir a inquietação de sua ardorosa hospedeira.
Santa Teresinha enferma. Restava pouco para seu retorno à Pátria Celeste.
Isto foi compreendido por todos os Santos, de modo mais particular, talvez, pelos que encheram o universo com a luminosidade da doutrina evangélica. Não foi na oração que os santos Paulo, Agostinho, João da Cruz, Tomás de Aquino, Francisco, Domingos, e tantos outros ilustres amigos de Deus hauriram a ciência divina, que arrebata os maiores gênios? Disse um sábio: "Dai-me uma alavanca, um ponto de apoio, que levantarei o mundo de seus eixos". O que Arquimedes não pôde alcançar, porque sua solicitação não se dirigia a Deus e se colocava num ponto de vista material, obtiveram-no os Santos em toda sua plenitude. Como ponto de apoio, deu-lhes o Todo-poderoso a SI MESMO, E SÓ A SI MESMO; como alavanca: a oração, que incandesce com o fogo do amor, e foi desta maneira que soergueram o mundo. Assim é que os Santos ainda militantes o soerguem, e os Santos vindouros o soerguerão, e até o fim do mundo.
Nunca leu História de uma alma? Baixe-o AQUI.
| A serena expressão de Santa Teresinha morta. |
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
"Roma, toda a cristandade o mundo espera em ti!"
Sábado passado, dia 13, fui à segunda Peregrinação da Tradição a Aparecida. Novamente (veja a do ano passado) caminhamos alguns quilômetros pela estrada para professar publicamente nossa fé e honrar Maria Santíssima. Em especial, neste ano, nossos sacrifícios e orações voltaram-se à mensagem de Fátima e ao pedido de consagração da Rússia ao Imaculado Coração de Maria.
No fim do dia, já em Aparecida, uma missa solene foi celebrada. E, no rico sermão, o padre deixou clara a necessidade primeira da conversão da Roma modernista, para que assim pudesse ocorrer a conversão da Rússia.
É triste chegar à conclusão de que Roma deixou de ser a Roma que sempre foi, que já não é mais a mesma. E isso é muito grave, pois a influência da romanidade na liturgia, na espiritualidade e na teologia católica é incontestável. Logo, se Roma está doente, toda Igreja adoece. Porém, ao invés de cisma, essa afirmação mostra o amor necessário do católico à Roma, ao Papa, e à Igreja de sempre.
Não se deve, pelo fato de existir enfermos ao nosso redor, na Igreja, pela autoridade estar enferma, dizer que esta autoridade já não exista. Apesar de estar enferma, precisamente por isso, temos que tentar mostrar o remédio, e tentar fazer algum bem. Esta foi a atitude daqueles que, na Igreja, ao longo da história, resistiram a Roma, ao Papa, aos bispos, às heresias que se sucederam na Igreja, que se difundiram na Igreja, através da Igreja. (...)Queremos professar nossa fé. Queremos agir de tal forma, que a gente se prepare para receber a graça do batismo ou da abjuração de seus erros. Por isso vou a Roma. (...)Então diz-se: “Vossa Excelência não deveria ir a Roma. Não deveria ir a Roma porque não são nada, e portanto, não tem que visitá-los”. Mas, o que é isto? “Não são nada. Nada”. É inimaginável! Não. Em todo caso, não é o espírito dessa casa. Não é o espírito da Fraternidade.
Assim, nestes tempos de crise, nós católicos somos obrigados a guardar a romanidade de sempre da Igreja, sem cismas, mas não aceitando novas doutrinas. Isso é amar a Deus, é amar Sua Igreja, é amar o Santo Padre.
Nas notas complementares de seu último livro, A Vida Espiritual segundo São Tomás de Aquino, Dom Lefebvre explica também "a escolha providencial de Roma como cátedra de Pedro e os benefícios dessa escolha para o corpo místico de N. S. Jesus Cristo". Segundo ele, é inegável o fato da influência romana na Igreja ser providencial. Em Sua sabedoria infinita, Deus preparou Roma para se tornar a cátedra de Pedro e o centro de irradiação do Evangelho.
A Romanidade não é uma palavra vã. A língua latina é um exemplo importante. Ela levou a expressão da fé e do culto católico até os confins do mundo. E os povos convertidos eram firmes em, nessa língua, cantar sua fé, símbolo real da unidade da fé católica. Os cismas e as heresias começaram frequentemente por uma ruptura com a Romanidade, ruptura com a liturgia romana, com o latim, com a teologia dos Padres e dos teólogos latinos e romanos.
É esta força da fé católica, enraizada na Romanidade, que a Maçonaria quis fazer desaparecer ocupando os Estados Pontificais e encerrando a Roma católica na cidade do Vaticano. Esta ocupação de Roma pelos maçons, permitiu a infiltração do modernismo na Igreja e a destruição da Roma católica pelos clérigos e os Papas modernistas, que se apressaram em destruir todo vestígio de Romanidade: a língua latina, a liturgia romana.
(...) tenhamos gosto em examinar como os caminhos da Providência e da Sabedoria divina passam por Roma e concluiremos que não se pode ser católico sem ser romano. Isto se aplica também aos católicos que não têm a língua latina nem a liturgia romana; se permanecem católicos é porque permanecem romanos.(...) Também nós devemos guardar esta Tradição romana querida por Nosso Senhor, como Ele quis que nós tivéssemos Maria Santíssima por Mãe.
Assim, apesar de todo o contexto desolador em que vivemos, não podemos deixar de rezar pela Santa Igreja, pelo Santo Padre e por Roma, para que sejam verdadeiramente fiéis à Sagrada Doutrina transmitida por Nosso Senhor. Como leigos, essa não é somente nossa única ação possível, mas é também nosso dever. E, em meio aos horrores que vivemos em nosso país, como a proliferação das seitas protestantes e da legalização da união civil de pessoas do mesmo sexo, depositemos também nossas súplicas pelo Brasil a Nossa Senhora Aparecida, para que nosso país reencontre sua alma católica.
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Beatrix Potter: inspiração bucólica em plena Londres vitoriana
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| Beatrix Potter em sua fazenda: Hill Top |
Poucas pessoas já ouviram falar sobre Beatrix Potter. Não, não é alguma personagem dos livros de J.K. Rowling. Beatrix é a autora, e também a desenhista, das famosas histórias do Peter Rabbit (Pedro Coelho, em português), cujo desenho animado passava nas tardes da TV Cultura na década de 90, lembram-se?
| Primeira edição do livro The Tale of Peter Rabbit, 1902 |
Beatrix nasceu em Londres, em 1866, em plena era vitoriana. Nascida em uma família da alta burguesia inglesa, Miss Potter teve uma boa educação e passava as férias de verão em diversas propriedades no campo. Além do mais, por ser uma mocinha introvertida e solitária, era nos seus bichinhos de estimação que a menina encontrava companhia. Assim, desde cedo ela tomou gosto por observar a natureza e, aos nove anos, ela já fazia seus primeiros desenhos de animaizinhos.
| Beatrix aos 15 anos de idade |
Bem, desde criança eu era fascinada por aquele desenho. Pelas historinhas fofas e pelas paisagens belíssimas do interior da Inglaterra vitoriana. Ah, os vídeos abaixo mostram algumas das minhas cenas favoritas! Como eu sonhava, desde criança, só usar essas roupas antigas e saber escrever com uma bela pena. E ter um coelhinho fofinho assim!
De uma pureza e singeleza incríveis, seus desenhos, em sua maioria aquarelas, agradam crianças e adultos de todos os tempos. Como essa leveza e capricho faltam hoje nos desenhos infantis! São todos tão agressivos e mal acabados! Por isso, os livros de Beatrix Potter são indispensáveis nas bibliotecas de quem aprecia a literatura infantil.
Qual desses você acha mais apropriado para uma criança?
| Ren & Stimpy, exemplo de desenho animado atual |
| Jemima Puddle - Duck, personagem de B. Potter |
Beatrix começou sua carreira modestamente, ilustrando cartões de Natal e outras ocasiões especiais. Apenas em 1902 The Tale of Peter Rabbit foi publicado, com ilustrações coloridas, pela Frederick Warne & Co. Tão grande fora o sucesso desse conto que, no ano seguinte, outros de seus livrinhos foram publicados. Tal fato foi repetindo-se durante vários anos, totalizando vinte e três publicações. Além de escritora, Potter foi também uma figura importante no movimento de preservação do campo na Inglaterra, o qual estava ameaçado pelo crescimento industrial.
| Beatrix em sua velhice. A artista faleceu em 1943, aos 77 anos. |
O filme Miss Potter, de 2006, com Renée Zellweger no papel principal, busca mostrar um pouco da vida pessoal de Beatrix, marcada por várias dificuldades. Entretanto, a peça cinematográfica ressalta excessivamente uma visão feminista da artista e tal parcialidade deve ser vista com cautela. Mesmo assim, o filme é muito gracioso e merece ser assistido.
| A atriz Renée Zellweger como Miss Potter (2006) |
Para quem se interessar mais pela obra de Beatrix Potter, sugiro uma visita ao site http://www.peterrabbit.com/home.asp . Em inglês, o site oferece material para professores, receitas, ilustrações, cartões, jogos, loja de produtos, livros eletrônicos, artigos especiais para bebês, entre outras fofurices e curiosidades.
Ah, vale lembrar que A história do Pedro Coelho já foi publicada aqui no Brasil, em 2009 (infelizmente, por uma editora esotérica) :
Para terminar, mais algumas ilustrações dos contos de Beatrix Potter:
| In: The Tale of Benjamin Bunny |
| In: The Tale of Peter Rabbit |
| In: The Tale of Jemima Puddle-Duck |
| In: The Tale of Squirrel Nutkin |
| In: The Tale of Pigling Bland |
A Tradição vai à Aparecida - Peregrinação 2011
| Visite: http://www.fsspx.com.br/exe2/ |
Assim como em 2010, a Tradição Católica do Brasil empreenderá uma peregrinação à Aparecida/SP, partindo de Pindamonhangaba, no dia 13 de Agosto. Para outras informações, escreva para contato@fsspx.com.br (São Paulo) ou capela@capela.org.br (Rio de Janeiro).
quinta-feira, 7 de julho de 2011
1, 2, 3 e 4 ...
"Um, dois três e quatro
Dobro a perna e dou um salto
Viro e me viro ao revés
e se eu cair conto até dez
Depois essa lenga-lenga
toda recomeça
puxa-vida, ora essa
vivo na ponta dos pés
Quando sou criança
viro o orgulho da família
giro em meia-ponta
sobre minha sapatilha
Quando sou brinquedo
me dão corda sem parar
se a corda não acaba
eu não paro de dançar.
Sem querer esnobar
sei bem fazer um gran de car
E pra um bom salto acontecer
Me abaixo num demi plié
Sinto de repente
uma sensação de orgulho
se ao contrário de um mergulho
pulo no ar um gran jetté
Quando estou no palco
entre luzes a brilhar
eu me sinto um pássaro
a voar, voar, voar
Toda Bailarina
pela vida vai levar
sua doce sina
de dançar, dançar, dançar"
(Toquinho)
Entretanto, como tudo que vem da moda atual, é necessário ter algumas reservas em relação a esse estilo. A tendência balé traz consigo muitas transparências e cores muito próximas aos tons de pele, como o nude e o bege. Assim, tais características são descartáveis se quisermos nos vestir modestamente. Entretanto, as variações dos rosados, se usadas com moderação e bom senso, deixam as produções super românticas. Além do mais, o uso de cores mais suaves em alguns acessórios é permitido, dando naturalidade à combinação.
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| Crochê, Filó, Amor Doce, Fitilho, Babados e outros esmaltes fofos em tons pastéis da Impala |
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| Maquiagem nude: natural e delicada |
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| Sapatinhos em tons de bege e nude |
Uma bailarina não é uma bailarina se não tem ao menos um tutu. Por isso, é de se imaginar que as volumosas saias de tule também sejam copiadas ou adaptadas para o dia a dia quando se trata da moda balé. Os modelos logo abaixo são inspirações bonitas, mas nada práticas para o cotidiano de qualquer mulher. Elas podem ser, portanto, inspirações para uma roupa de festa, mais elaborada.
Porém, uma alternativa para trazer o tule para o dia a dia é o modelo de saia a seguir. Ao invés de fazer o papel de forro, o tule fica sobreposto ao tecido principal, uma malha ou um tricoline. O efeito é encantador:
Também são típicos de uma bailarina o coque alto e as sapatilhas. Veja algumas opções de como eles podem ser usados em nossos looks ao longo do dia:
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| Com fita ou simples, o coque alto é um penteado muito elegante |
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| As fitas também remetem ao universo do balé. Aqui, um penteado mais sofisticado e muito feminino |
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| Bailarina de salto alto |
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| Sapatilha baixinha e confortável. Ótima para ir à faculdade, pra quem anda bastante |
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| E por que não sapatilhas no pescoço? |
Embora a maioria dos tecidos com bastante fluidez sejam mais finos e, portanto, mais apropriados para as estações de calor, o estilo bailarina pode sim ser usado de uma forma mais "quentinha"(o que se torna mais do que necessário com o frio congelante que temos sentido em São Paulo...brrr). Tons de cinza, vinho e bege mais escuro surgem para dar mais sobriedade à combinação e para encorpar os tecidos. Veja:
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| Sweaters com modelagens amplas e tons sóbrios |
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| Saia longa para proteger bem as pernas do frio |
Assim, com os ajustes necessários à modéstia (roupas que não sejam justas, transparentes ou com cor idêntica à sua pele, saias abaixo dos joelhos, decotes que não sejam profundos e ombros cobertos), podemos aproveitar vários itens das lojas para este inverno que seguem a tendência balé. Deixo logo abaixo três looks diferentes com inspiração nesse estilo. Espero que tenham gostado!
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| Saia plissada e cabelo preso no alto alongam a silhueta |
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| Embora a cor da saia não seja aconselhável a essa moça, o vermelho do casaco dá um destaque à produção de cores pastéis |
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| Muito romantismo com um cardigã de mangas princesa e saia de babados em camadas |
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